⚠️ Exclusivo para quem tem plano via CNPJ (MEI, ME ou EPP)

Você pode estar pagando até 50% a mais no seu plano de saúde, e já tem como resolver isso RÁPIDO na justiça.

Se o seu plano foi contratado via MEI ou CNPJ e você sofre reajustes acima de 10% ao ano, seu contrato pode ser um Falso Coletivo — e você tem o direito de reverter isso sem cancelar o plano.

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90%
de taxa de sucesso em ações de falso coletivo nos tribunais
6,06%
o teto da ANS para planos individuais em 2025 — que o seu deveria respeitar
1 em 4
beneficiários vinculados a contratos falso coletivo no Brasil em 2026

Você se identifica?

Se o seu plano vive algum desses sintomas, você está pagando por algo que a lei não autoriza:

  • Reajuste anual acima de 10%, sem nenhuma explicação
  • Plano contratado via MEI, ME ou EPP por você ou um familiar
  • Só você e sua família são beneficiários, sem funcionários reais
  • O corretor pediu para abrir um CNPJ só para fechar o plano
  • A mensalidade dobrou ou triplicou desde que você contratou
  • Você pensa em cancelar, mas tem medo de deixar a família sem cobertura
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O que é o Plano de Saúde Falso Coletivo e por que ele é ilegal

“Abre um MEI que o plano fica mais barato” — foi o que disseram. O que não te contaram é que, ao fazer isso, você abriu mão de todas as proteções legais que um consumidor tem.

Planos individuais têm reajuste limitado pela ANS — 6,06% em 2025. Já os coletivos empresariais não têm esse limite: aplicam reajuste por sinistralidade, índice interno calculado pela própria operadora, sem transparência.

Resultado: reajustes de 14%, 18%, 25% ao ano. E você fica refém, pagando cada vez mais por um plano que não pode cancelar, porque a família depende da cobertura.

O STJ já reconheceu: quando o plano tem poucos beneficiários da mesma família, ele não é coletivo de verdade. É um Falso Coletivo — e tratá-lo como empresarial é ilegal.

A Justiça já está decidindo a favor das famílias

Migalhas · 2026

STJ mantém o limite da ANS em reajuste de falso coletivo

Ministra negou recurso de operadora que tentava aplicar 72% de reajuste em 3 anos sobre contrato com apenas 5 beneficiários.

Conjur · Abril 2026

Falso coletivo gera devolução de mensalidades

Juiz afastou reajustes e condenou a operadora a devolver valores pagos indevidamente nos três anos anteriores à ação.

Jornal de Brasília · Junho 2026

Reajuste individual obrigatório aos falsos coletivos

Reajuste médio dos falsos coletivos em 2025 foi de 14,24%. Taxa de sucesso nas ações chega a 90%.

Direito News · Março 2026

Operadora condenada a restituir R$122 mil

TJ/PE reconheceu falso coletivo em contrato com 7 beneficiários da mesma família e determinou restituição integral.

Você pode estar perdendo muito mais do que imagina todo mês

Imagine que você paga hoje R$4.000 de plano, com contrato ativo há quatro anos.

Comparando o reajuste médio empresarial dos últimos quatro anos (~17% a.a.) com o teto da ANS (6%), você deveria pagar cerca de R$2.690 — e não R$4.000.

Ou seja: R$1.310 a mais todo mês. Cerca de R$15.680 só nos próximos 12 meses.

E ainda teria direito a receber de volta aproximadamente R$25.300 de retroativo dos últimos três anos.

*Valores ilustrativos. O valor real depende da sua mensalidade, tempo de contrato e reajustes aplicados.

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Esse processo é para você se...

  • Você tem plano de saúde contratado via CNPJ (MEI, ME ou EPP)
  • Os beneficiários são apenas você e sua família, sem funcionários reais
  • Você sofreu reajustes acima do índice da ANS nos últimos anos
  • O plano ainda está ativo — você ainda está pagando
PRÓXIMO PASSO

Como funciona a análise gratuita

1

Você preenche o formulário

Leva 3 minutos. Conte sobre o contrato, a mensalidade atual e os reajustes.

2

Nossa equipe entra em contato

Por ligação e WhatsApp. Fazemos o Raio-X do seu contrato.

3

Você recebe a viabilidade

Mostramos quanto pode recuperar e como funciona. Se não houver base, dizemos isso.

4

Processo 100% digital

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Wagner Antônio
QUEM ESTÁ POR TRÁS

Wagner Antônio

Advogado especialista em defesa do consumidor na área da saúde · 15 anos de experiência

“Trabalho exclusivamente com consumidores prejudicados por operadoras. O Falso Coletivo é a tese que mais impacto financeiro gera para as famílias que atendo — não por ser a mais complexa, mas por ser a mais silenciosa.

A pessoa paga um reajuste abusivo, acha que ‘é assim mesmo’ e nunca descobre que tinha o direito de reverter.”

Dúvidas frequentes

Se eu reclamar, a operadora cancela meu plano?

Não. A tese inclui proteção contra rescisão unilateral, com medidas urgentes para manter o plano ativo.

Vai ser caro?

A análise é gratuita e sem compromisso. O processo só avança se fizer sentido financeiro para o seu caso.

Processo judicial demora anos.

Em muitos casos a tutela para reduzir a mensalidade sai antes da audiência — alívio imediato no orçamento.

Eu mesmo abri o MEI. A culpa é minha?

Não. A responsabilidade é da operadora/corretor que induziu a abertura do CNPJ. A Justiça já consolidou isso.

Meu caso pode não se enquadrar.

Por isso existe a análise gratuita. Se não houver viabilidade, te dizemos — sem pressão, sem custo.

Cada mês sem agir é dinheiro que não volta

O prazo prescricional é de 3 anos retroativos. Quanto mais tempo passa, menor o retroativo que você pode recuperar.

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Se você tem um plano via CNPJ, sofre reajustes acima da inflação e ainda está pagando, vale pelo menos uma conversa.

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Wagner Antônio · Advocacia especializada em Direito do Consumidor na Saúde © 2026 — Todos os direitos reservados. Conteúdo informativo; não constitui promessa de resultado.